quinta-feira, 29 de março de 2012

My Heart e minha quinta-feira....




Essa é a canção do dia....e enquanto a canção tocava e tocava sem parar...repetia assim que terminava, passei a manhã entretida com minhas leituras.
Para o almoço: My Heart, arroz com feijão e aquela salada....
Um ato de gordice eu cometi esta tarde....a trilha sonora era My Heart e uma banana flambada com canela e açucar e calda de caramelo...
Para o jantar: uma boa taça de vinho tinto e uma tortilha de batata com queijo parmesão e a trilha sonora? My Heart......

quarta-feira, 28 de março de 2012

Sonhos...



Hoje acordei lembrando do sonho que tive, mas agora, depois de passar o dia todo, sentada aqui em frente ao computador não consigo lembra-lo. Sonhos são para mim como uma obra de arte inacabada mas que jamais perderá seu valor de contemplação. Estou parada em frente a uma grande tela e nela imagino tudo aquilo que ela pode me dar. Eu interajo com ela em minha imaginação. Nas minhas fantasias estou deitada em meio a plantação de girassóis de Van Gogh. É como sonhar de olhos abertos em frente a uma tela. Todas as noites deito em minha cama e fecho os olhos para que o sono possa me contemplar. Os sonhos começam com o contemplar do sono. As vezes são sonhos ruins, outros angustiantes e tristes, outros ainda são serenos e alegres. Tenho encontros maravilhosos dos quais a grande maioria não me lembro ao abrir os olhos. Tenho alguns sonhos que parecem "reais". Uma vez sonhei com um menino sentado na areia de uma praia, ele declamava poesias e chorava ao mesmo tempo. Eu o via e ouvia, mas não conseguia chegar até ele, era como se através da poesia e das suas lágrimas ele me chamasse para junto dele. Quando finalmente consigo chegar até ele abro os olhos e caio em pranto. Esse é um sonho que tive a algum tempo e que jamais sairá de minha memória. A poesia, a lágrima e o menino são somente um sonho do qual eu não terei, nem alcançarei. É evidente a inquietude que chama e a que fica. São dois lados de uma poesia molhada pelas lágrimas e a busca pelo caminho da quietude do amor. Em meus sonhos recentes nos abraçamos profundamente. Não existem palavras nem o tempo, somente o olhar intenso e carinhoso que se cala no abraço. Acordo com um aperto enorme no peito e com a certeza que nos abraçaremos novamente.

Acabei de assistir o filme Restless (2011) de Gus Van Sant. E ainda estou em estado contemplativo. Esse filme é simplesmente belo, sereno e sensível. É lindo como a ternura de um espírito pode quietar uma alma anestesiada pela dor.

Esse é um filme que estará em minha estante com certeza. Acabei de assisti-lo e já quero vê-lo novamente, pode?

Boa noite

Hasta



terça-feira, 27 de março de 2012

Mostra Alberto Giacometti...



Para quem está por São Paulo, inaugurou a Mostra Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado na Praça da Luz em São Paulo. A Mostra irá até dia 17 de junho. 

Escultor suíço, Alberto Giacometti nasceu em 1901, em Borgonovo, e morreu em 1965, em Chur. Iniciou a sua formação em Genebra, deslocando-se em 1923 para Paris, onde estuou com Antoine Bourdelle. Nessa época conheceu alguns dos principais pintores dadaístas, cubistas e surrealistas que influenciaram o seu início de carreira.


Giacometti era obsessivo pela representação da figura humana e revela-se também na sua produção pictórica e nos seus desenhos, onde a linha assume uma grande expressividade e liberdade na caracterização das formas e dos volumes.
Embora seja possível enquadrar as primeiras produções artísticas em correntes como o impressionismo, o cubismo e o surrealismo, torna-se difícil a classificação ou a inserção da obra tardia de Giacometti num movimento artístico definido, onde ressalta o carácter marcadamente pessoal do seu percurso criativo. É válido acrescentar que vivemos um momento de incertezas no campo das artes plásticas.

Fica a dica para quem passar ou estiver por São Paulo.

Hasta

segunda-feira, 26 de março de 2012

Doce canção.....

Hoje acordei com um respirar ao meu lado,
e a inegável beleza que é a vida...a natureza.
Carrego sentimentos que se misturam ao pôr-do-sol e durante a noite deleitam-se dentro de mim.
E quando o sol nasce novamente para um novo dia, a alegria se separa da tristeza e reina em meu coração.
E é assim que tenho feito todas as manhãs.
Acredito na alegria que carrego e na força que existe em mim.
Como diz a canção, "essa vida brilhante é como uma estrela do amanhecer"


Como de certo já foi percebido, a música faz morada em meu espírito e estarei sempre com uma canção em meus lábios. Hoje acordei com essa que compartilho aqui com vocês.
Loreena McKennitt, uma bela cantora com lindas composições....canções das quais a mundo necessita.

A noite guardou uma música tão doce, tão longa.....

Uma linda semana a todos.
Hasta

sexta-feira, 23 de março de 2012

Amor eterno...

Hoje as lembranças de minha infância e juventude veio como uma queda de cachoeira. Senti uma imensa saudades de meu Avô, do seu amor, da sua figura, seu jeito maravilhoso de ser comigo e com toda a família.
O vídeo desse post é para todos nós e em especial ao meu Avô amado, meu Pai do coração, Bayard que fez sua passagem a pouco tempo, sinto enormes saudades dele e ao Tio Milton que fez sua passagem hoje pela manhã.

Desejo a Luz e o Amor eterno em suas caminhadas.

Forte abraço para quem passa por aqui.

Hasta

quinta-feira, 22 de março de 2012

30ª Bienal - A Iminência das Poéticas



Esta eu vou conferir de perto, espero não encontrar nenhum pavilhão vazio...

A 30ª Bienal acontecerá entre setembro e dezembro de 2012 e já tem seu motivo definido: A iminência das poéticas. O primeiro ano de trabalho da equipe curatorial, que além de Luis Pérez-Oramas tem como curadores associados o artista gaúcho André Severo e o alemão Tobi Maier, e como curadora-assistente Isabela Villanueva, concentrou-se no aprofundamento do conceito que orientará a construção da mostra e na visita a artistas que poderão participar da exposição.

A definição dos nomes que estarão presentes na seleção se fundamentará num conceito curatorial que leva em conta as relações de sentido entre as obras, como se gravitassem em torno de temas ou linguagens que lhe dessem afinidade. “Numa seleção linear só interessam os nomes. Para a 30ª Bienal as relações de sentido são mais importantes que os nomes e as estruturas de relacionamento e de vinculação, como se fossemconstelações, que direcionam o processo de seleção”, esclarece Oramas.

As participações na 30ª Bienal se darão por três maneiras: artistas comissionados, com obras criadas especialmente para a mostra, monografias, de artistas cuja produção inteira tem um enorme sentido na produção contemporânea e os contrapontos, muitas vezes históricos, que articulam as relações constelares. 


A iminência das poéticas

A 30ª Bienal terá como motivo central A iminência das poéticas. “A iminência definida como o que está a ponto de acontecer, a palavra na ponta da língua, o silêncio imprevisto que antecede a decisão de falar ou de não falar, a arte como estratégia discursiva e a poética em sua pluralidade e multiplicidade”, traduz o curador.

A concepção da próxima Bienal parte desse motivo e utiliza como filtros para localização das constelações quatro zonas curatoriais (Alterformas, Derivas, Sobrevivências e Vozes) e uma zona transversal (Reverso), como forma de articular os artistas e temas que vão compor o quadro geral da mostra. Veja a definição dos curadores para esses filtros conceituais:

Sobrevivências
A noção de sobrevivência permite o pensamento sobre a seleção de artistas e obras referenciais, a partir dos quais os artistas contemporâneos convidados poderão interagir no sentido de desenhar um campo histórico comum. Segundo a curadoria, sobrevivência atua fundamentalmente através da inscrição de formas e práticas constituídas em âmbitos de vida e de temporalidades distantes (no tempo e/ou no espaço), tornando possível a transição entre elas e a experiência humana do presente.

Alterformas
Complementando as questões conceituais propostas em Sobrevivências, a curadoria da 30ª Bienal pretende criar uma segunda zona curatorial para a seleção de artistas e práticas – neste caso mais contemporâneos. Esta zona será trabalhada a partir da pista oferecida pela manifestação de alterformas ou deformações – entendendo-se por isto a interpretação de obras como lugares da “transformação seletiva” que consciente ou inconscientemente, voluntária ou involuntariamente, os artistas realizam dentro do campo instituído em suas próprias práticas. Um segmento a ser desenhado dentro dAlterformas consistirá em traçar o estado atual, na América Latina, das releituras deformantes da modernidade. Outro segmento deverá ser instituído a partir de uma interrogação sobre “o estado dos meios artísticos”: os sobejos da pintura, da gravura, da poesia, da teoria, do cinema, da literatura, do teatro e da fotografia, em um tempo caracterizado pelo monopólio da imagem como meio e como arte-meio.
Derivas

A ideia de deriva configura-se como uma noção chave dentro do quadro conceitual da 30ª Bienal. Entretanto, menos do que traçar uma história das derivas artísticas modernas, o interesse está em tratar a deriva a partir das potencialidades de seu aparato enunciativo – a arte como deriva, a deriva como prática artística, como ação estética e social; o nomadismo como metodologia para desestabilizar a disciplina artística e para pensar a ocupação humana de territórios e espaços. Conjugado comSobrevivências Alterformas, a curadoria pretende, a partir de certas derivações da modernidade (encarnadas, sobretudo, nos artistas referenciais presentes na mostra) propor um conjunto de formas alteradas, restos, deformações, nas quais a residualidade dos meios, sua hibridação e sua marginalidade – seu estar na margem ou em um “entre-margens” – possa ser entendido como desvio, como deriva das formas, das linguagens e das imagens, tanto no campo da arte como na constelação de novos espaços que as tecnologias da informação e a digitalização tornam possíveis.

Vozes
Considerada como um “zona entre zonas” dentro do quadro conceitual da30ª Bienal Vozes manifesta-se explicitamente através de obras em que avoz prevalece em suas vinculações com a dimensão performativa da arte e com o material fônico (som, rádio, música etc.) e pretende levantar interrogações sobre de que maneiras se dão, hoje, as relações entre poéticas visuais e poéticas discursivas ou verbais. Pensando a voz como matéria plástica e artística em todas suas vertentes e possibilidades,Vozes atravessa Sobrevivências, Alterformas Derivas e deverá configurar-se como a principal extensão da mostra na cidade de São Paulo (sobretudo através de uma unidade radiofônica a ser construída dentro da mostra). Estabelecendo uma ponte entre a noção de voz e as mais variadas dimensões performativas da arte contemporânea (passando pelas conotações que esta possibilidade abre para introduzir a voz de outros, a alteridade da voz em suas mais variadas manifestações), Vozesabre, para os curadores da 30ª Bienal de São Paulo, a possibilidade de pensar e organizar curatorialmente uma presença da voz dos espectadores (ou interlocutores) por meio da ativação de dispositivos de diálogo presentes na mostra ou nas plataformas virtuais da Bienal. 

Reverso
Tratada conceitualmente como uma zona transversal aos componentes expositivos da mostra, Reverso é uma espécie de plataforma nômade que abraça, desde sua elaboração, todos os elementos curatoriais do projeto da 30ª Bienal e os estende para a cidade. Abarcando desde os encontros preliminares da equipe curatorial com instituições, artistas e pensadores contatados durante todo o período de elaboração conceitual da 30ª Bienal,Reverso deverá materializar-se através de intervenções urbanas, mostras em parceria com outras instituições estabelecidas na cidade de São Paulo e mostras de filmes, apresentações teatrais e musicais encomendadas a artistas locais e/ou internacionais. Instaurando-se como uma forma de estender e potencializar o evento realizado no pavilhão localizado no Parque Ibirapuera, Reverso pretende constituir-se como uma possibilidade de desenvolver um diálogo aberto e não específico entre a 30ª Bienal, o público, as instituições e os demais agentes culturais e sociais atuantes na cidade.


Fonte: http://www.bienal.org.br

segunda-feira, 19 de março de 2012

Somente a música......

Dia lindo de segunda-feira faz hoje. Iniciando a semana com muito trabalho e estudos. Hoje finalizando os layouts para o site da Padma. E no mais, curtindo o feriado de São José silencioso, com muito trabalho e leituras.

Na minha caixinha hoje toca algo muito especial, me traz lembranças lindas.


Hasta
Linda segunda-feira a todos!


The Boxer - Simon & Garfunkel



The sound of silence - Simon & Garfunkel






sexta-feira, 16 de março de 2012

Um Clássico para a vida.....

Essa semana começaram minhas aulas no Mestrado e com um fisgo na barriga levantei bem cedinho na terça-feira para pegar as conduções até a Universidade. Correspondendo todas as minhas expectativas e mais, a aula foi intensa e não me lembro de ter piscado as pálpebras em algum momento. Eram oito da manhã e de repente eram 12:30.  Não vi a hora passar, saí da sala completamente satisfeita e feliz. O vento do ar condicionado que me incomodou no inicio da aula, depois de cinco minutos de aula não me incomodava mais, foi a primeira vez que tive uma aula de verdade. Bom, respirei arte entre quatro paredes compartilhando com mais 7 pessoas durante quase 4 horas corrido, era tudo que eu precisava é tudo que tenho em minha cabeça, arte! Entre muitas coisas que debatemos em sala os Clássicos foram os que me deixaram a pensar em muitas coisas. A professora citou Cem anos de Solidão de Gabriel Garcia Marques, um Clássico, e não pude deixar de lembrar do momento em que li esse Clássico pela primeira vez. A ocasião era perfeita para uma leitura carregada de solidão como essa. Na cidade de Macondo se passa a história da família Buendía, fundadores da cidade.  José Arcadio Buendía é o patriarca da família e Úrsula a matriarca. Trata-se de um casal de primos, que se casaram assustados pelo mito de que o casamento entre familiares poderia gerar filhos com rabos de porco. Este temor cria situações divertidas no início do relacionamento, mas também situações trágicas, e será, em última análise, o causador da mudança de cidade do casal para fundar Macondo. Daí por diante o livro percorre gerações da família Buendía. Cem anos de Solidão transcende qualquer barreira da solidão com o mundo real. Meus olhos percorreram as folhas desse livro como pássaros que planam entre nuvens de um céu azul. Na quinta folha eu já me sentia uma Buendía e daí para frente foram momentos de muita solidão e folheadas divertidas. Filhos com rabo de porco me fizeram perceber que a imaginação do homem pode gerar sérios conflitos e uma imensa solidão.

Bom, tenho vários Clássicos na minha estante e cada um deles me serviram e ainda servem, pois sempre estou fazendo as re-leituras (por isso são chamados de clássicos), para entender quem somos, aonde chegamos e em que direção estamos indo, além de sempre disserem algo de novo cada vez que voltamos a eles, seja pela primeira vez, pela segunda ou pela vigésima vez que lemos um livro.

Entre os encontros e desencontros dessa vida um cortejo de borboletas amarelas passa exalando o cheiro da solidão do homem.

Fico por aqui e com uma imensa vontade de re-ler Cem anos de Solidão pela quarta vez. Quem dera a pessoa que me emprestou esse livro pela primeira vez estivesse aqui, certamente iria gostar das novidades e das borboletas.

Hasta


Na caixinha do dia: Lucy Kaplansky




quinta-feira, 15 de março de 2012

Padma - Ateliê da Imagem



Depois de quase um ano de gestação, finalmente o projeto para um Ateliê de imagem saiu do papel. A Padma - Ateliê da Imagem, trabalha com desenvolvimento de Identidade Visual, tudo referente a imagem de uma nova marca, um novo produto no mercado ou uma reformulação das marcas. Atuamos também na área da fotografia, realizando ensaios fotográficos em geral. Em breve nosso site estará disponível na rede com mais informações.

Por hora, quem se interessar em conhecer um pouco do Ateliê e os trabalhos que desenvolvemos, entre em contato conosco. Abaixo seguem os cartões de visita meu e da minha sócia Emiliana Oro Brandão.



quarta-feira, 14 de março de 2012

Viagem à Itaca...

Se partires um dia rumo à Ítaca 
Faz votos de que o caminho seja longo 
repleto de aventuras, repleto de saber. 
Nem lestrigões, nem ciclopes, 
nem o colérico Posidon te intimidem! 
Eles no teu caminho jamais encontrarás 
Se altivo for teu pensamento
Se sutil emoção o teu corpo e o teu espírito. tocar
Nem lestrigões, nem ciclopes 
Nem o bravio Posidon hás de ver
Se tu mesmo não os levares dentro da alma
Se tua alma não os puser dentro de ti. 
Faz votos de que o caminho seja longo. 
Numerosas serão as manhãs de verão 
Nas quais com que prazer, com que alegria 
Tu hás de entrar pela primeira vez um porto 
Para correr as lojas dos fenícios 
e belas mercancias adquirir. 
Madrepérolas, corais, âmbares, ébanos 
E perfumes sensuais de toda espécie 
Quanto houver de aromas deleitosos. 
A muitas cidades do Egito peregrinas 
Para aprender, para aprender dos doutos. 
Tem todo o tempo ítaca na mente. 
Estás predestinado a ali chegar. 
Mas, não apresses a viagem nunca. 
Melhor muitos anos levares de jornada 
E fundeares na ilha velho enfim. 
Rico de quanto ganhaste no caminho 
Sem esperar riquezas que Ítaca te desse. 
Uma bela viagem deu-te Ítaca. 
Sem ela não te ponhas a caminho. 
Mais do que isso não lhe cumpre dar-te. 
Ítaca não te iludiu 
Se a achas pobre. 
Tu te tornaste sábio, um homem de experiência. 
E, agora, sabes o que significam Ítacas. 

Constantino Kabvafis (1863-1933) 



Nota: Ulisses, Rei da Ítaca, era filho único de Laertes e Anticléia. Fazia dois anos de casado com a bela Penélope quando estourou a Guerra de Tróia. Tudo fez para não ir a guerra, mas foi obrigado a ir. Quando Tróia caiu, Ulisses rumou para Ítaca, porém a fortuna lhe foi adversa durante dez anos. Arrojado pelos ventos à ilha de Ogigia onde reinava a ninfa Calipso, filha do Oceano, esta prometeu torná-lo imortal se prometesse esquecer para sempre Ítaca e ali quisesse acabar tranquilamente seus dias. Ali passou dias, meses e anos até que, por fim, auxiliado pelos deuses se fez rumo à pátria aonde chegou são e salvo.

segunda-feira, 12 de março de 2012

O silêncio e a Dor....

I took a heavenly ride through our silence
I knew the waiting had begun
And headed straight...into the shining sun.....




Se é para esperar que seja com esperança, paciência e amor!!



David Gilmour - High Hopes

quinta-feira, 8 de março de 2012

Fim...



Fim.
Fiz tudo que eu podia fazer por uma amizade,
Dei tudo do fundo do meu coração para que ficasse tudo bem.
Fiz as coisas que estavam ao meu alcance para quietar um coração massacrado pela dor da perda de um Pai, pela despedida de uma mãe e maltratado pela indiferença fria e doída de uma pessoa tão amada.
É como se as paredes ruíssem todas ao mesmo tempo,
E agradeço a Deus por me agraciar com essa tamanha oportunidade de crescimento.
Tenho certeza que fiz tudo que eu podia com a ferramenta necessária que Deus me deu: Amor.